Ciência Forças Armadas Slideshow — 25 março 2013
O avanço do Brasil na questão nuclear 
Desafio do desenvolvimento

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Ainda neste ano de  2013, o assunto ”Nuclear” A energia polêmica, mas necessária – O Brasil quer ampliar produção de energia nuclear para fins civis, e entrar no mercado mundial de urânio enriquecido.

No mês de Agosto de 2012, realizou-se no Centro Tecnológico da Marinha, em São Paulo, cerimônia para marcar o início do Projeto do 1º Submarino com Propulsão Nuclear Brasileiro (Prosub). É um programa amplo, que na verdade começou bem antes, com a inauguração da primeira das quatro fábricas da Unidade Produtora de Hexafluoreto de Urânio (Usexa) e do Centro de Instrução e Adestramento Nuclear Aramar (Ciana).

 

O Brasil já domina o ciclo do combustível nuclear, juntamente com os Estados Unidos, França,  China, , Inglaterra e a Rússia. Nesse clube seleto, nosso país é o único que ainda não fabrica bombas atômicas. O que impede que façamos é, sobretudo, a Constituição Federal de 1988.
Nos últimos 24 anos, a Constituição sofreu diversas emendas, mas não existe ainda uma PEC para permitir a construção de bombas atômicas. E não será fácil aprovar tal proposta, enquanto isso, não se destrói as armas nucleares da Inglaterra, da França, dos EUA, da China e da Russia.
( Nós temos bombas, muitas bombas…   fiquem quietinhos aí, nós podemos vocês não. Deve ser assim que eles pensam, e comentam naquelas reuniões fechadas ). Enquanto isso, vão acirrando ódios entre as nações menos pacientes, dando margens à grupos oportunistas, que ao invés de lutar para acabar com as armas de destruição em massa, querem medir forças com os intocáveis, isso não é um bom negócio.
A melhor coisa será “Todas as Nações“se unir e pressionar democraticamente para  conter todo e qualquer movimento a favor de armas atômicas;   utópico, porém não existem maneiras mais sábias.
Só não devem participar as nações que detém tais armas, essas devem ser pressionadas a abandoná-las, e  não pressionar às que não as tem. Se não for dessa  maneira, não haverá jamais, um mínimo equilíbrio entre as nações, e ” a almejada paz, há der ser paciente“.
Os países que dominam o poder nuclear resistem à sua propagação por outras nações, sobretudo Irã e Venezuela. A  Agência Internacional de Energia Atômica (AEIA), responsável pela fiscalização de artefatos nucleares no mundo inteiro, demonstra preocupação com o Brasil, desde que o então presidente Lula declarou, em entrevista, que um país que tem arma nuclear não pode exigir que outro não tenha, correto.
Essa preocupação da AEIA aumentou com a publicação de uma revolucionária tese de doutorado do físico Dalton Ellery Girão Barroso, produzida no Instituto Militar de Engenharia do Exército. A tese demonstrou que o Brasil já tem conhecimento e tecnologia para desenvolver a bomba atômica.
O discurso oficial é o de que o país avança nessa área com o objetivo único de empregar a tecnologia nuclear para fins pacíficos e para seu desenvolvimento econômico. Segundo a Marinha.
o Submarino Nuclear Brasileiro será totalmente projetado e construído no Brasil, empregando os mesmos métodos, técnicas e processos de construção desenvolvidos pelos franceses.
Mais de cem empresas brasileiras vão fabricar 36 mil itens de cada submarino. O Programa vai gerar, durante as obras de construção, 9 mil empregos diretos e outros 27 mil indiretos.
Físicos brasileiros lembram que as tecnologias que possibilitam a construção de uma ogiva nuclear nem sempre têm aplicações bélicas, exemplificando com o celular, a internet, a biotecnologia de alimentos e medicamentos, entre muitos outras. Só é preciso saber usá-las de maneira sábia. Por sua importância, a questão não pode ser ignorada pelos brasileiros.
O problema é o seguinte; Tecnologia e conhecimento é para manter soberania.
Raciocínio simples e direto: Eu aprendi fazer e fiz; portanto eu tenho.
Você não pode aprender fazer, jamais poderá fazer, jamais poderá ter, e eu não lhe vendo, não lhe empresto e não lhe dou, e também não desfaço do que tenho; dá pra entender?
Edit./J.Coutinho



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