Economia — 17 junho 2013

A Embraer lança nova família de aviões

( EFE 17/06/2013)

Exposição de fabricantes de produtos aeronáuticos

Le Bourget (França), – A Empresa Brasileira de Aeronáutica – Embraer apresentou neste segunda-feira sua nova família de aviões, que começarão a ser entregues para os clientes na primeira metade de 2018, com um total de 365 unidades. Entre contratos firmados e opções futuras, a empresa brasileira quer dar mostra de competência e capacidade de se manter entre as maiores CIA do mundo, mostrando um produto funcional e de baixo consumo de combustível/km, alem da beleza espontânea e acomodações de primeira categoria.

A  Embraer lança no evento uma nova geração de aviões regionais da família batizada de E2, com capacidade para mais passageiros do que os atuais modelos E190 e E195, que têm entre 70 e 122 passageiros. Cerca de cem aeronaves já foram comercializadas.

A companhia SkyWest comprou em definitivo 100 aeronaves do novo modelo E-175-E-2, aos quais incorporou outros contratos de opção, o anuncio foi feito pelo responsável comercial de Embraer, Paulo Cesar Silva, na primeira jornada do Salão Aeronáutico e do Espaço de Le Bourget, em Paris (França).

O Mundo quer Embraer

Este contrato se acrescenta ao que a SkyWest já tinha rubricado com a Embraer em maio, que estipula a compra de 200 unidades do Embraer E-175.

Embraer Qualidade comprovada

Além disso, a companhia ILFC assinou uma carta de intenções para adquirir em definitivo 50 aeronaves de dois dos futuros modelos, 25 do E-190-E2 e 25 do E-195-E2, junto a opções para outros 50.

Por último, o presidente da Embraer Commercial Aviation disse que outras cinco companhias aéreas, que não identificou, pediram 65 unidades de seus reatores de segunda geração.

Neste caso, os contratos devem ser finalizados nos próximos meses e os compradores anunciados. A Embraer vai investir US$ 1,7 bilhão no desenvolvimento de sua nova família de aviões, cujo preço não foi revelado, embora se saiba que os modelos serão em torno de 15% mais caros.

Em troca, a fabricante promete aeronaves com um custo de manutenção 15% inferior e com consumo de combustível mais baixo, o que será alcançado com novos motores e asas inovadoras.

Edit./J.Coutinho

Edit./J.Coutinho




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