Economia Política Slideshow — 07 maio 2013

 

 

O ministro  Antônio Patriota, afirmou nesta terça-feira dia 7 de maio que a escolha do brasileiro Roberto Azevêdo para a OMC é “uma vitória do Brasil”.

Roberto Azevêdo, escolhido para o cargo de diretor-geral da Organização Mundial do Comércio

Segundo o ministro Antonio Patriota,  Roberto Azevêdo “é um diplomata que se especializou em comércio internacional, com qualidades muito apropriadas para desenvolver uma carreira na OMC”. Antonio Patriota elogiou a capacidade de diálogo de Roberto Azevêdo, e parabenizou a presidente Dilma Rousseff por tê-lo indicado à diretoria-geral do órgão.

Antonio Patriota afirmou que a eleição de Roberto Azevedo “reflete uma ordem internacional em transformação”, em que os países em desenvolvimento também são protagonistas das principais decisões internacionais.

“É sem dúvida nenhuma um resultado importante que reflete uma ordem internacional em transformação, em que países emergentes demonstram capacidade de liderança, uma liderança que, no caso do Roberto Azevedo, se apoia muito no mundo em desenvolvimento mas não deixa de obter reconhecimento entre representantes do mundo desenvolvido”

Uma vitória limpa, clara, e categórica; é o novo  o Brasil
O ministro não soube informar a diferença de votos entre Roberto Azevêdo e seu adversário mexicano, mas apontou que a vitória do brasileiro foi brilhante em termos numéricos.

De acordo com ele, Roberto Azevêdo venceu as três rodadas de consulta feitas entre os membros da OMC.

Antônio Patriota Patriota destacou a “distribuição geográfica” do apoio recebido por Azevêdo, que teve votos de países de todas as partes do mundo, e apontou que a experiência do embaixador brasileiro na OMC foi decisiva para a sua vitória.

“Um dos aspectos que eu acho que influenciou o apoio de vários países à candidatura do brasil foi o sentimento de que ele não precisava ser treinado para ocupar o cargo, que ele já entraria no trabalhando com experiencia adquirida em loco.

Diplomata de carreira, Roberto Azevêdo tem vasta experiência em comércio global e conhece a OMC a fundo desde 2008; ele é o representante permanente do Brasil na organização e esteve à frente da questão do subsídios do algodão contra os EUA, em que o Brasil se saiu vitorioso, e também  vitória brasileira sobre a União Europeia pelos subsídios à exportação de açúcar.

Roberto Azevêdo substituirá o francês Pascal Lamy no cargo desde 2005, e terminará  o mandato em setembro.

O novo diretor da OMC foi escolhido mediante consulta aos 159 países membros. Nove candidatos se apresentaram  a OMC comunicou que tinham passado à fase final apenas o brasileiro Azevêdo e o mexicano Hermínio Blanco.

“O Brasil é um país extremamente cioso de suas obrigações internacionais e extremamente respeitoso das regras da OMC”, disse Patriota. “Não fosse o respeito que a atitude do Brasil desperta nos representantes da OMC, não teríamos um brasileiro sendo eleito num mandato pleno”,.

Roberto Azevêdo será o próximo diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMCx), o órgão máximo do comércio internacional, a partir de setembro. O anúncio é informal; a confirmação oficial será feita pela OMC na quarta-feira dia 8, segundo o Itamaraty.

Edit./J.Coutinho

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