Slideshow — 22 fevereiro 2015

O desenvolvimento da Medicina na Grécia, ganhou fama porque simples ações deram resultados além daqueles que os mitos deram aos seus crentes; “saúde”.

Muito simples, sem dor !

Para isso os gregos foram os primeiros a acreditar que a causa de diversos males estava na natureza, e que por isso não fazia sentido recorrer aos deuses para alcançar a cura.

(Por/ J.Coutinho)

Não precisamos voltar à Grécia Antiga para saber que simples ações geram ótimos resultados.

Por mais simplório que sejam as palavras aqui impressas, expressam uma verdade que de tão simples que são, as soluções, por vezes geram fortes reações contrarias; incredulidade.

A economia dos gregos baseava-se no cultivo de oliveiras, trigo e vinhedo. por incrível que pareça, com mais uma proteína animal, uma leguminosa, um fruto legume já estaria completa uma mesa super saudável para formar homens fortes.

 

Eis aqui o seu Clinico Geral, Médico da Família!

 

 

Remédio para “dor de cabeça”

A civilização grega surgiu entre os mares Egeu, Jônico e Mediterrâneo, por volta de 2000 a.C..

Formou-se após a migração de tribos nômades de origem indo-europeia, como, por exemplo as quatro que se destacaram como;  Aqueus, jônios, Dórios, e Eólios                (ou Eólicos).

As pólis (cidades-estado), forma que caracteriza a vida política dos gregos, surgiram por volta do século VIII a.C. ; as duas pólis mais importantes da Grécia foram: Esparta e Atenas.

 

Usos e costumes da” Medicina na Grécia antiga” ainda hoje são normas para boa parte dos Médicos e da Medicina contemporânea.

preceitos esses que estão longe de serem abolidos.

Os costumes dos médicos de usarem roupas brancas, não tem nada a ver com a limpeza, foi estabelecido por Hipócrates; além dele seus auxiliares e pacientes usavam essa cor, para que não fossem feitas distinções ente eles e também porque era apropriada ao calor da ilha de Cós, onde ele trabalhava.

Para acumular conhecimento em favor da saúde das pessoas, surgiram grupos de profissionais que se esforçaram para registrar o conhecimento obtido e transmiti-lo aos demais.

Hipócrates, depois de Imhotep (egípcio) primeiro médico da história .

Além disso, esses homens formularam um código de ética no tratamento com os pacientes.

Um desses grupos era comandado por “Hipócrates, considerado o pai da Medicina”

Seu juramento,  escrito num papiro é repetido ainda hoje no dia da formatura.

O Juramento de Hipócrates:

“Juro que seguirei o método de tratamento que de acordo coma capacidade e julgamento, considerar benéfico a meus pacientes, e abster-me-ei de tudo mais que seja deletério e daninho.

Não darei a ninguém mediamento mortal se solicitado, e a ninguém sugerirei algo nesse sentido; também não darei a uma mulher um instrumento que provoque aborto.”

O certo é que bem antes de Hipócrates, existiram outras personagens que fizeram sua parte no desempenho da Medicina; o mais famoso foi o egípcio “Imhotep” 2655-2600 a.C.,  ele foi um polímata (aquele que aprendeu muito), Porta-Selos do Rei, arquiteto, Engenheiro e Médico.

Graças à sua ciência médica”, escreve o sacerdote Mâneton acerca de Imhotep, “ele é comparado pelos egípcios, a Esculápio. Foi ele quem descobriu a maneira de talhar a pedra para a construção dos monumentos e também se consagrou às Letras”.

Djozer, Zhoser ou Geser foi o segundo faraó da Terceira Dinastia do Império Antigo.

Imhotep – Engenheiro, médico etc.

Imhotep, “primeiro-ministro”, e amigo de Djoser,( Djozer, Zhoser ou Geser) o Magnífico, é um dos maiores gênios da História.

É autor de uma revolução artística de grande alcance, à medida que foi o primeiro arquiteto a construir em pedra um conjunto monumental tão importante como o de Sakkara.

De acordo com uma inscrição encontrada no Uadi Hammamat, Imhotep era filho de Kanefer, “Chefe das Obras dos países do Sul e do Norte”, ou, em outras palavras, o mestre-de-obras do reino diretamente nomeado pelo faraó.

A glória de Imhotep não se limitou ao reinado de Djoser. Geser

O seu prestigio foi ainda maior do que o do faraó. Séculos mais tarde, quando canta uma poesia melancólica acerca dos grandes homens do passado, o harpista do rei Antef cita Imhotep entre os sábios e os escritores: “Ouvi”, diz ele, “os preceitos de Imhotep”. Infelizmente, seus livros de máximas desapareceram. Foi durante muito tempo padroeiro dos escritores e dos escribas: quando começavam a desenhar hieróglifos, deitavam umas gotas de água no godé para celebrarem a memória do seu antepassado Imhotep.

(Por /J.Coutinho)

 

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